BENFEITA.BLOG.2005

NOTÍCIAS DA TERRA...


SITE DA BENFEITA - 03/12/2005

ADSL na Benfeita!

A União Europeia adoptou a iniciativa eEurope durante a Presidência Portuguesa, em Maio de 2000. O seu primeiro plano de acção pretendia:
- Tornar a Internet mais barata, mais rápida e segura,
- Investir nas pessoas e nas qualificações, e
- Estimular a utilização da Internet.

Estas ideias passaram efectivamente a ocupar um papel central nas orientações políticas da Comissão. Em 2002, a banda larga tornou-se igualmente um objectivo fundamental das orientações definidas pela UE para a Sociedade de Informação, agora assentes numa estratégia de mobilização da procura para novos serviços, nomeadamente nos domínios da administração pública, saúde, aprendizagem e negócios electrónicos, e de expansão da oferta de infra-estruturas e equipamentos de acesso, incluindo telemóveis, televisão e PCs.

Neste sentido, o XVII governo está a levar a efeito a iniciativa Ligar Portugal, um dos vectores estratégicos do Plano Tecnológico, alargando o âmbito de intervenção do Estado na mobilização da Sociedade de Informação, direccionando o esforço público e privado para consolidar ou reforçar iniciativas em curso, preencher lacunas, e promover a inovação e a criação de novos produtos e serviços.

A PT (Portugal Telecom) apresentou o seu contributo para o programa Ligar Portugal do Ministério da Ciência, Tecnologia e Ensino Superior, com o objectivo de promover a utilização da banda larga em Portugal. Desta forma, até ao final do ano poderão ser adquiridos nas lojas da PT Comunicações, computadores a um preço reduzido, 399 euros, já com ligação à Internet. Com a integração no programa Ligar Portugal, fica disponível a dedução no IRS em cerca de 200 euros.

Desde 1 de Dezembro, a aquisição de equipamentos informáticos voltou a ter estatuto de benefício fiscal e, embora se aplique aos rendimentos de 2006, abrange igualmente as aquisições realizadas em Dezembro de 2005.

Está dado o primeiro passo para que a Escola, a Junta e a Liga possam utilizar este serviço, já disponível para todos os assinantes da PT (SAPO/ADSL), da Benfeita. Esta será, certamente, uma boa medida para combater os níveis de exclusão educativa das gerações mais novas.

VIVALDO QUARESMA


JORNAL DE ARGANIL - 15/09/2005

FESTA DE NOSSA SENHORA DAS NECESSIDADES

Nos dias 3 e 4, deste mês, o Santuário de Nossa Senhora das Necessidades esteve em festa, com a celebração de actos em louvor da santa padroeira, festa que desde sempre foi realizada pelos mancebos que vão cumprir o serviço militar. A mudança dos tempos tem permitido que esses jovens já não sejam em grande número e por esse facto, este ano a festa esteve em risco de se não realizar. Foi necessário uma equipa de rapazes e meninas da nossa terra, com a colaboração de outros amigos, para que a festividade se realizasse.
No sábado teve lugar a procissão de velas da igreja matriz para o santuário, incorporando-se as imagens de S. Sebastião e Nossa Senhora de Fátima, seguindo-se o arraial com o belíssimo conjunto de Arganil, de nome Gomape. Domingo, a festa foi animada pela Filarmónica de Coja, havendo a celebração da missa pelo nosso pároco, padre dr. António Dinis, com a colaboração do grupo coral da igreja e, de seguida, a procissão, na qual se incorporaram as Irmandades do Santíssimo, da Senhora da Assunção, S. Nicolau e Senhora da Saúde. Seguiu-se o leilão, que esteve a cargo do amigo de Luadas, José Estrela. Actuou ainda o Grupo de Cantares de Nogueira do Cravo e os Bombos de S. Nicolau, de Pardieiros e a festa terminou com o conjunto «Santos, Santos & Simões», de Benfeita.
Deixamos uma palavra de muito apreço a todos que colaboraram para que esta festa ainda se realizasse este ano.

MINA


JORNAL DE ARGANIL - 01/09/2005

NOSSA SENHORA DA ASSUNÇÃO

Realizou-se no dia 15 de Agosto mais uma festa em honra de Nossa Senhora da Assunção, que se revestiu de muito brilho, graças ao trabalho e esforço dos respectivos mordomos. As ruas, agora bem arranjadas, foram engalanadas, dando outra fisionomia à festa e à terra. A Filarmónica Barrilense participou na festa religiosa, e nos arraiais dos dias 13, 14 e 15 participaram os conjuntos «Clave», de Almada; «Gomape», de Arganil e «Eclipse».
No recinto funcionou um bar e a quermesse, e no mesmo foi montado um palco, onde se exibiram grupos convidados, como o Rancho Folclórico de Castelo Branco, cuja actuação agradou sobremaneira à numerosa assistência presente, dado que não estavam habituados às danças e cantares da Beira Baixa.
Parabéns aos mordomos que motivaram todo este tom festivo a Nossa Senhora da Assunção. São eles: José Alberto de Jesus Gonçalves Neves, Rui Pedro Martins Correia, José Pedro Gonçalves Martins e José Manuel Cruz Pereira. Deixamos também os nomes das esposas, que de algum modo colaboraram fortemente: Lina Maria Oliveira Neves, Maria João Magalhães Veladas Correia, Marlene Cristina Oliveira Alves Martins e Margarida Catarina Pereira. Também deixamos uma referência especial ao nosso amigo António Bernardo Neves, que foi incansável no seu trabalho de carpinteiro e ao sr. Luís Veladas.
Entretanto, foram nomeados os mordomos para a festa de 2006: Carlos Ferreira, Reginaldo Oliveira, Rui Santos Simões e Eduardo Paulo Costa.

MINA


JORNAL DE ARGANIL - 14/07/2005

CAPELA DE S.BARTOLOMEU

Sobre as obras efectuadas na capela de S.Bartolomeu, para as quais alguns benfeitenses colaboraram com donativos, tenho a dizer aos naturais de toda a freguesia que ainda não estão totalmente pagas, pois o que se recebeu não chegou para saldar os trabalhos efectuados.
Assim sendo, e porque aquela pequena ermida faz parte do património do Santuário de Nossa Senhora das Necessidades, bom será que a sua recuperação seja totalmente feita. Recordamos que há tempo, passando por ali o tesoureiro da Fábrica da Igreja, António Martinho, reparou que a porta estava podre a pontos de cair. Logo se providenciou a colocação de uma nova, com a ajuda de alguns donativos entretanto chegados, graças ao apelo que fizemos nestas colunas. A porta foi colocada através da generosidade de um amigo, cujo nome já foi publicado. Também foi construído um pequeno alpendre, arranjadas as paredes e melhorado o telhado.
As despesas efectuadas foram de 1.120,86 euros e os donativos recebidos, até ao dia 30 de Junho passado, somaram 793 euros, havendo assim um deficit de 327,86 euros.
Por isso, mais uma vez aqui estamos a pedir ajuda a fim de se concluírem os pagamentos, dado que S.Bartolomeu, na sua modesta capela, não tem proventos capazes para se levar a efeito qualquer obra na sua morada; é necessário a ajuda dos seus amigos. Assim, esperamos que esses amigos lhe acudam nesta hora de necessidade. Aguardamos confiantes que o facto seja consumado a contento de todos.

OBRAS NA LIGA DE MELHORAMENTOS

A direcção desta colectividade está a levar a efeito algumas obras na sua sede: alargamento do palco e dos camarins e a instalação de uma casa de banho. Outros melhoramentos estão em perspectiva realizar naquela casa de todos nós e é por isso que todos terão que ajudar para que a mesma dignifique a comunidade e a própria colectividade. Os trabalhos estão a ser efectuados pelo empreiteiro de Oliveira do Hospital, António Manuel Lopes da Silva.
E ao falar de mais obras que se vão desenrolando na nossa terra, as do Largo do Areal, a parte que vai servir de estacionamento está quase pronta, estando em andamento as obras do largo das festas, esperando-se que estejam prontas até ao fim do mês.

MINA


JORNAL DE ARGANIL - 19/05/2005

Na BENFEITA ouvem-se badaladas de paz desde há 60 anos

Texto de José Vasconcelos

Tal como há 60 anos, em 7 de Maio de 1945, também no mesmo dia, mas em 2005, fica a assinalar mais um ano que foi assinado o armistício que pôs fim à II Grande Guerra Mundial, que esteve em palco, em toda a Europa, durante seis anos.
E foi na Benfeita, considerada a Terra da Paz, dado que foi em «primeira-mão» que se soube do final da guerra, através do Dr. Mário Matias, na ocasião funcionário superior do Ministério do Interior. E foi com o propósito deste assinalamento que este benfeitense, através de subscrição pública, mandou construir a torre e a montagem do respectivo relógio, construído pela firma Manuel Cousinha, sediada em Almada, cujo proprietário era natural não muito longe dali, mais propriamente de Sobral Magro, freguesia de Pomares.
A Torre, que passou a chamar-se «Salazar», em homenagem ao homem que evitou que os portugueses participassem na guerra, mas que não lhes evitou a fome e outras vicissitudes, depois do 25 de Abril passou a designar-se «Torre da Paz».
Desde essa altura e até aos dias de hoje, o dia da paz é assinalado todos os anos com as 1.620 badaladas, tantas quantos dias durou o holocausto, badaladas emitidas através do sino primórdio.
O relógio, agora automático, tem sido o menino bonito do benfeitense António Alberto Martins. Desde há cerca de 60 anos que o Mina, como é conhecido, e agora com 77 anos, tem sido o seu progenitor durante estes anos. Trata-o como seja o seu menino: com carinho, com amor. A engrenagem do relógio parece que saiu ontem da fábrica: luzidia, onde cada peça conhece o afago dos dedos do Mina. Com que orgulho nos mostrou e à equipa da SIC, como se processa a forma do relógio transmitir as 1.620 badaladas, pois possui uma forma excepcional para o efeito.
E eram precisamente 14:55 horas do penúltimo sábado quando se iniciaram as badaladas, que só terminaram duas horas depois.
Enquanto isso, no Largo do Areal, decorria o convívio, onde autoridades e outros convidados, e população em geral revivia o momento, através do saboreio de um magnífico almoço confeccionado por mulheres da terra, auxiliadas por alguns homens. Todos lhes deixaram os parabéns, pois também os benfeitenses souberam primar na gastronomia.
Mas esta festa teve ainda a particularidade de mostrar as obras de requalificação que se processam na Benfeita, obras que são englobadas no projecto das Aldeias de Xisto, que vem desde Castanheira de Pêra, passa por Lousã, Góis, Fajão e termina a rota em terras do poeta e político Simões Dias.
Neste dia houve também gratidão, pois foram entregues a diversas personalidades medalhas comemorativas, áquelas personalidades e instituições que mais têm estado no desenvolvimento do projecto, como Câmara Municipal de Arganil, na pessoa do vice-presidente Mário Vale; Gabinete de Apoio Técnico (eng.ª Femanda Silva); Comissão de Coordenação do Desenvolvimento da Região Centro (Prof. Pedro Saraiva e eng. Armando Carvalho).
Mas o presidente da Junta de Freguesia, António Quaresma Martinho, que foi ali considerado um autarca de eleição, dado o empenho e dedicação que tem posto ao serviço da Comunidade Benfeitense, nomeadamente em relação ao processo das obras de requalificação, obras que lhe têm proporcionado muitas dores de cabeça, homenageou também o padre dr. António Dinis, que tem sido um pároco exemplar, tendo pelo meio a acção desenvolvida a nível social, bem como a Liga de Melhoramentos. Homenageou ainda os arquitectos Miguel Pinheiro e Carlos Santos, que no terreno deram muito da sua paciência e saber para que as obras decorressem da melhor forma.
Nas palavras que proferiu, o presidente da Junta de Freguesia diria ainda que «bastaria dizer que é na Benfeita que se situa a Torre da Paz, sinónimo do fim da Segunda Guerra Mundial para que estivesse justificado este encontro com os amigos». Falando sobre a modificação arquitectónica por que está a passar sua terra, na qual estão envolvidos enormes meios monetários e humanos, realçou o empenho e dedicação de muitas pessoas amigas ali presentes e de outras que não puderam estar presentes, «mas que tiveram e continuam a ter um importante e indispensável papel na concretização deste anseio de há muitos anos».
Carlos Cerejeira, em nome da Liga de Melhoramentos, sentiu orgulho «da nossa terra sempre ter sido apologista da paz e por isso mandou construir esta torre». Tendo como obediência os padrões de cidadania, seguindo os valores da amizade e solidariedade, e como lema que reviver o passado será o projectar do futuro, mas sendo importante viver o presente, destacou a pessoa que para si «é o grande obreiro e o grande mentor daquilo que os nossos olhos, muitas vezes incrédulos, podem observar», referia-se «ao grande homem, ao grande senhor, ao grande benfeitense e ao grande amigo António Quaresma Martinho». Disse ainda que «esta intervenção transformou a Benfeita e projectou-a no futuro, impondo que o grande potencial turistico desta freguesia seja devidamente aproveitado» e «não podemos fazer uma obra desta envergadura e continuarmos a assistir ao envelhecimento dos seus habitantes e à consequente desertificação por falta de fixação de jovens». Falando de imaginação, referiu que «temos que ser realistas, pois não podemos pensar em indústria, mas temos o dever de promover e desenvolver o Turismo, que é a nossa matéria-prima». Apelou ao dar de mãos «para ajudar o nosso presidente e a sua equipa a concluírem este importante empreendimento e a fazerem da Benfeita uma terra jovem».
O vereador arquitecto Miguel Pinheiro, que mais de perto tem acompanhado a obra de requalificação, acentuou que o acontecimento que se estava a viver não tem paralelo, dada a sua intensidade e significado, pois estava-se a viver a renovação passados que são 60 anos. Explicou que os trabalhos estão na sua fase final, que depois da intervenção dos imóveis particulares e a parte urbana, abrangendo agora a zona ribeirinha, das Ribeiras da Mata e do Carcavão. No final das intervenções, como disse, «quem cá vem verá uma melhor qualidade de vida» e «potenciará o povo da Benfeita no presente e no futuro».
O Prof. Pedro Saraiva, da CCRDC, elogiou os projectos que estão a ser desenvolvidos, tendo em conta a «recuperação das pérolas das nossas aldeias», que no seu conjunto são 23 as recuperadas. São processos de requalificação que proporcionam melhor qualidade de vida, e será um acréscimo no desenvolvimento da região. Elogiou o trabalho que tem sido desenvolvido pelo eng. Armando de Carvalho e sua equipa. Focando também o momento de paz que foi evocado, elogiou e homenageou a Benfeita pela grande lição de humanidade que ali vincou.
O jovem António José Simões, 1º secretário da Assembleia de Freguesia, leu uma carta do respectivo presidente, Fernando Guilherme Ferreira. Explicando os motivos da sua ausência, e ao elogiar a obra que está a ser levada a efeito na Benfeita e realçando os que mais de perto têm dado corpo ao projecto, desde os projectistas, aos autarcas, às pessoas, sem menosprezar os restantes, enalteceu o trabalho que tem sido desenvolvido por António Martinho, pois «quem não tiver memória curta, lembrar-se-á, por certo, da Benfeita ao dia em que este homem tomou nas suas mãos o destino da freguesia».
Mário Vale associou a obra à paz e recordou Simões Dias um homem que lutou por essa mesma paz. E porque não se pode ter paz sem liberdade, saudou a Benfeita porque ergueu a Torre da Paz e por ter erguido a obra de benfeitorias que se nota na sua urbanidade local.
Jorge Cosme, em representação do governador civil, salientou também o acto que ali foi praticado, que olhando o futuro tem a ver com a requalificação das aldeias, dando-lhe outro sentido, anunciando que há outras medidas que vão ser iniciadas e outras vão prosseguir, às quais o Município dará o seu empenho nas candidaturas.
De seguida procedeu-se à entrega de medalhas, à distribuição da revista «Aldeias de Xisto» e depois dos cantares locais por um grupo local, foi visitada a povoação. - JV


DIÁRIO DE COIMBRA - 05/05/2005

Sinos tocam pelo fim da II Guerra

No próximo sábado, a aldeia da Benfeita, no concelho de Arganil, comemora 60 anos da construção da Torre da Paz evocativa do Armistício de 1945. Data aproveitada para dar a conhecer os melhoramentos sofridos na freguesia, ao abrigo do programa "Aldeias de Xisto".

Por iniciativa de Mário Matias, funcionário superior do então ministério do Ultramar, foi construída na aldeia da Benfeita, a denominada Torre de Salazar com o sino da paz. Referimo-nos a uma infra-estrutura erigida há precisamente 60 anos, com o objectivo de assinalar o fim da Segunda Guerra Mundial, que terminou a 7 de Maio de 1945, dia em que foi assinado o Armistício e dia em que no sino da torre soaram 1620 badaladas, tantas quantos os dias de duração da guerra.

Desde essa altura, a denominação da torre alterou-se, passou a chamar-se torre de Santa Rita devido ao facto de estar situada junto à Capela com o mesmo nome, para depois se vir a chamar Torre da Paz, designação que mantém até hoje. Porém um dado que não se modificou foram as 1620 badaladas que se repetem às 14h30 do dia 7 de Maio, ininterruptamente todos os anos, até porque, como explica ao nosso Jornal António Martinho, presidente da Junta de Freguesia, «o relógio instalado na torre tem um dispositivo instalado que faz soar automaticamente as badaladas», conta, sublinhando que esse relógio, é tratado «religiosamente» por António Alberto Martins, uma figura ímpar da aldeia, mais conhecido por Mina.

No próximo sábado, mais uma vez as badaladas vão soar e associada a essa comemoração dos 60 anos da Torre da Paz está agendado um vasto programa do qual consta um almoço convívio agendado para as 13h00 seguido das badaladas, as quais têm cinco minutos de duração. Posteriormente tem lugar a actuação do grupo de Cantares local e dos acordeonistas de Pai das Donas, pelas 15h00 todos os presentes são convidados para uma visita às intervenções ocorridas na aldeia no âmbito do programa das "Aldeias do Xisto", seguida da apresentação do número cinco da revista com o mesmo nome, que desta vez é dedicada à Benfeita. As comemorações encerram às 17h00.

Única contemplada
nas "Aldeias de Xisto"


No que concerne ao programa das "Aldeias de Xisto", António Martinho enfatiza com um orgulho tímido que a freguesia que lidera foi a única a ser contemplada no concelho, facto que o autarca justifica por ser «uma das aldeias onde existe muito xisto, embora nas residências já esteja bastante camuflado», no entanto, «até nos combros das propriedades existe xisto».

Em causa um projecto comparticipado pelo III Quadro Comunitário de Apoio (III QCA) que ascende a 750 mil euros e que, no caso da aldeia da Benfeita, tem contado com o apoio da Câmara Municipal de Arganil, Gabinete Técnico Local e da Comissão de Coordenação da Região Centro entidades sem as quais a sua concretização não seria possível, segundo o presidente de Junta.

Ao abrigo desse programa muitas têm sido as alterações sofridas na aldeia, nomeadamente ao nível dos espaços públicos, arruamentos, electricidade, telefones, obras efectuadas na escola ou na Torre da Paz.

Agora, começa-se a entrar na 2.ª fase que consiste, entre outros aspectos, em mudar a posição do campo de futebol que, como justifica António Martinho, «vai para outro local para pormos a descoberto a ribeira junto ao areal e à sede da junta», ou em remodelar toda a iluminação pública. Tratam-se de melhoramentos que, no entender deste responsável, «vão tornar esta aldeia bastante mais bonita e turística» e que tem a duração de cinco meses.


JORNAL DE ARGANIL - 21/04/2005

AS OBRAS CONTINUAM

Vamos dar conhecimento aos nossos conterrâneos ausentes da forma como decorrem os trabalhos de requalificação e melhoria da nossa terra. Na Avenida Dr. Mário Matias, desde o Areal à Ponte Fundeira foram colocados 17 candeeiros, os quais, estando já ligados, apresentam um quadro noctumo maravilhoso, bem assim a Praça de Simões Dias, que já estão a funcionar até à cabine.

Segundo os responsáveis da rede eléctrica, os restantes trabalhos serão concluídos, os quais têm a ver com o total da povoação. Neste momento quase todas as residências estão ligadas à nova rede.

Apenas o Bairro de Santa Rita tem que levar uma pequena modificação na escadaria até junto da Torre de Salazar ou da Paz, cujo sino bate todos os anos as badaladas tantas quantas foi o tempo que durou a II Guerra Mundial, entre 1939 e 1945. Esperamos que essa modificação esteja pronta no sentido de dar acesso aos turistas que nos visitam nessa altura comemorativa.

MINA


JORNAL DE ARGANIL - 24/03/2005

RECORDANDO OS IRMÃOS DA IRMANDADE

NªSª da Conceição

No dia 12 foram efectuados oficios por alma dos irmãos da Irmandade e efectuadas confissões. Participaram os padres drs. António Dinis e Manuel Martins, de Arganil, e o Grupo Coral.

Foi efectuada uma linda procissão até à Ponte Fundeira, onde se encontra o novo nicho de Nossa Senhora da Conceição.

Depois de benzida a imagem, o presidente da Junta de Freguesia, António Martinho, padre Dinis e o vereador arquitecto Miguel Pinheiro, grande amigo de Benfeita, proferiram algumas palavras de regozijo pelo pequeno melhoramento, que traduz um símbolo de fé dos benfeitenses.

MINA


JORNAL DE ARGANIL - 10/03/2005

AS OBRAS CONTINUAM

As obras na nossa querida Benfeita continuam em bom andamento. São várias casas que estão a ser reparadas, ficando algumas com o xisto à mostra, o que lhes dá um aspecto bonito, tradicional.
As obras do Moinho do Figueiral estão quase prontas, bem assim do alambique e cozinha em estilo antigo, que os turistas passarão a apreciar.
Esperamos que dentro de poucos meses todas estas obras estejam concluídas, as quais passarão a dar outro valor à nossa Benfeita, sobretudo turisticamente falando.

MINA


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